Jornal Junior fecha cobertura do Intercom 2009



A Agência Junior de Jornalismo da Unesp recebeu, na ultima sexta feira, autorização para fazer a cobertura completa do Intercom 2009. O evento, que acontece de 4 a 7 de setembro em Curitiba, é o mais importante do país na área de comunicação e terá como tema “Comunicação, Educação e Cultura na Era Digital”.

Com o apoio da diretoria da Faculdade de Arquitetura, Artes e Comunicação – FAAC - e da comissão organizadora do Intercom, os diretores da agência e mais três repórteres trabalharão na produção de matérias, boletins, programas radiofônicos e releases sobre o evento.

Todo o conteúdo produzido pela Jornal Jr será publicado aqui no blog da Jornal Jr e enviado para os veículos de comunicação da Unesp de Bauru, como a Rádio Unesp Virtual. Além disso, a Agência negocia parcerias com mídias fora do campus.

A cobertura do Intercom é o maior projeto já realizado pela Jornal Jr desde sua fundação e será uma importante ferramenta para levar o nome do curso de Jornalismo da Unesp para todo Brasil. Essa conquista reforça o compromisso da Agência com os estudantes e com a universidade.

Para mais informações, o email para contato é o assessoriajornaljr@hotmail.com. A Jornal Jr também está no twitter: www.twitter.com/jornaljr .

Para todas as informações sobre o Intercom 2009 clique aqui e vá para o site do evento



BOLETIM SEMANA DE ENGENHARIA




Construção de vias ferroviárias no Brasil é tema da Semana de Engenharia

A décima palestra de Engenharia Civil ocorrida na Semana de Engenharia – UNESP / Bauru abordou a temática da construção de vias ferroviárias no Brasil. A palestra “Inovações tecnológicas devido à implantação de uma via para trem de alta velocidade no Brasil” foi ministrada pelo Prof. Dr. Cássio Eduardo Lima de Paiva da FEC – Unicamp. O professor comentou sobre a história da Engenharia Civil relacionando-a com a inserção das vias ferroviárias no país. Explicações detalhadas sobre o surgimento da primeira ferrovia e os projetos desenvolvidos pelas universidades brasileiras acerca dessa temática fizeram parte da discussão.

O principal tema foi a implementação do Trem de Alta Velocidade (TAV) interligando São Paulo ao Rio de Janeiro, envolvendo sua ampla problemática em relação aos investimentos de capital, avaliação de demanda e uso da população para compensar os altos investimentos.

A proposta consta na pauta governamental há um certo tempo, porém sua concretização ainda enfrenta uma série de obstáculos como um estudo apropriado da estrutura física necessária para suportar tamanha tecnologia, avaliando os danos ambientais e transformações nos fluxos de contingentes populacionais na área envolvida no trajeto. Recentemente o governo adiantou previsão para instauração para antes da Copa de 2010.

“Tanto o campo ferroviário quanto o rodoviário tem se transformado em um mercado novo e promissor para o engenheiro civil.”, afirma o Prof. Dr. Cássio Eduardo Lima de Paiva. Além disso as universidades desenvolvem pesquisas e incentivam s alunos a mergulharem nessa oportunidade que tem gerado e ainda gerará muitos empregos em um futuro próximo.

No decorrer da palestra foram estabelecidas relações entre o projeto brasileiro com projetos já concretizados ao redor do mundo, a exemplo do TGV na França, instalado em 1987 como 1 geração dos transportes de altíssima velocidade e o Tokaido Shinkaissen, interligando Tóquio a Osaka em 1964 como a geração zero dessa modalidade de transporte.

Informações acerca do andamento do projeto de instalação do Trem de Alta Velocidade (TAV) no Brasil podem ser encontradas no site www.tavbrasil.gov.br.

Helena Ometto/ Jornal Junior/ Semana de Engenharia



Palestra sobre planejamento para Engenharia Civil



Quarta-feira, dia 26, no auditório da Fundeb, a exposição do Professor de Engenharia Civil da UNICAMP, Dr. Mauro Augusto de Marzo. Entitulada "Considerações sobre Planejamento e Análise Estatística em Experimentos para Engenharia", a palestra deixou bem claro aos presentes a necessidade de um bom planejamento
para qualquer ação bem sucedida.

Após uma breve abordagem em conceitos básicos de probabilidade e desvio padrão, o professor relacionou o nível de confiança e as diversas aplicações do dia a dia, como as margens de erros em pesquisas políticas. Mostrando alguns slides de máquinas de laboratórios de engenharia civil, Mauro esclareceu algumas aplicações e modos de operações que deixavam os alunos em dúvida.

Mauro também fez uma abordagem esclarecedora sobre planejamento de experimentos. "Nossa intenção é mostrar que não é possível uma ação bem sucedida sem planejamento eficiente, não importa a àrea", disse.

Mostrando interesse, ao final da apresentação alguns alunos fizeram perguntas relacionadas às pesquisas. O professor deixou o e-mail para contato: demarzo@fec.unicamp.br

Henri Chevalier/ Jornal Junior/ Cobertura Semana da Engenharia



Dinheiro direto da fonte


Aquela bebida que te acompanha nas festas pode te dar seu primeiro trabalho


Skol, Brahma, Boemia, Antártica, Pepsi e Gatorade. O que essas marcas têm em comum?Todas pertencem a AmBev, a maior empresa de bebidas do mundo. O representante da unidade de Agudos, Fernando Maffessoni,esteve presente na XIV Semana de Engenharia para conduzir a palestra “Programa de Estágio na AmBev”.
Os estudantes que participaram do evento puderam conhecer um pouco mais sobre a AmBev, presente em mais de 130 países. Totalmente globalizada, a empresa possui sede em todos os continentes, sendo que a cidade de São Paulo é a sede da América do Sul. Só no Brasil, existem mais de 30 fábricas.
Depois de uma breve apresentação, o palestrante Fernando apresentou a porta de entrada da empresa, representada pelos Programa de Trainee e Programa de Estágio . No primeiro , o trainee passa 10 meses conhecendo todas as áreas da fábrica. Terminado o treinamento, o funcionário é contratado na área que escolher. Mas para ser um trainee é preciso que o candidato já tenha 2 anos de formado. Para os que ainda não se formaram, a AmBev trás o Programa de Estágio, em que o universitário pode ficar contratado por até 2 anos.
O cadastro para os candidatos à trainee pode ser feito no WWW. traineeambev.com.br. Aqueles que querem as vagas de estágio, o site é o WWW.genesis.com.br. Vale lembrar que as vagas são ilimitadas. Para os interessados, Maffessoni dá a dica: “Para fazer parte da AmBev basta ser bom”.

Laís Modelli



"Engenheiros do século XXI"

Hoje, no último dia da Semana de Engenheira, a palestra “Engenheiros do Século XXI” ofereceu uma mostra de como foram os quatro dias do evento. Com o auditório da sala central cheio, a palestra foi ministrada pelo administrador Jefferson Palomaro e pelo engenheiro Ivanir de Freitas e contou com bom humor, simpatia e dinamismo.

Foram abordados requisitos e qualidades exigidos de um bom profissional no mercado atual, como criatividade. Os palestrantes contaram com exercícios práticos e bem-humorados, que mostraram aos alunos a importância de se destacarem em meio a tanta competitividade do mercado.

O engenheiro Ivanir de Freitas afirmou que “os engenheiros do século XXI apresentam vantagens em relação a humanização; há uma maior preocupação com o homem e não tanto com a tecnologia”.

Ouça a matéria completa AQUI

Nathalia Boni - Agência Jornal Junior



Por mais 2% - Extração do petróleo se mostra complexa mas muito rentável


O processo de retirada do petróleo é extremamente complexo e, na mesma medida, lucrativo. Devido à importância desse produto à vida de todos, o tema “Prospecção Marítima de Petróleo e implicações na produção do Pré-Sal” chega a Semana de Engenharia 2009 sob a tutela de Celso Morooka, Engenheiro Naval e pesquisador do Departamento de Engenharia do Petróleo da UNICAMP.

Celso explicou os métodos de extração do óleo na terra e no mar. Na terra, são enviados pulsos em direção ao solo, depois é feita a radiografia do terreno e já é possível localizar o ponto de prospecção. O poço é cavado e um jato d'água é enviada para “empurrar” o óleo para a superfície.

No mar, o buraco é, literalmente, mais embaixo. A distância do navio ou plataforma de retirada do petróleo é de cerca de 3 mil metros para o solo abaixo do mar. O sistema submarino é mais complexo pela dificuldade de manutenção dos equipamentos, mas tem a seu favor a mobilidade. A prospecção marítima tem, segundo o professor Morooka, os desafios da logística, a automação, os novos materiais a serem criados e a produção a gás.


“Mesmo antes do pré-sal a demanda de mão-de-obra já existia. Com o pré-sal, a demanda deverá aumentar além do que tinha sido previsto. Principalmente na área da construção dos equipamentos e dos serviços de engenharia.” O pré-sal é o campo mais recente de extração de petróleo, localizado na Bacia de Santos, litoral de São Paulo.

Para mostrar a importância da retirada de petróleo, mais de 1 bilhão de dólares são gastos em apenas uma plataforma. E os custos em apenas um dia de trabalho chegam a 500 mil reais. Mas Morooka anima os estudantes dizendo: “Do óleo bruto retirado, no máximo 40% pode ser transformado em petróleo. Busque mais 2% e você pode parar de trabalhar.”

Texto e foto: Renan Simão/Jornal Júnior



Projetos Globais é tema de palestra do diretor da General Motors do Brasil

Projetos Globais foi o foco central da palestra “A General Motors do Brasil como um dos centros de Engenharia Global”, conduzida pelo diretor da GM do Brasil, Mauro Antonio Moretti. O evento, apresentado nesta terça-feira, 24 de agosto, foi prestigiado por graduandos dos cursos de Engenharia Mecânica e de Produção na sala central do Campus.
Os Projetos Globais, ou seja, “o desenvolvimento de novos veículos, para todos os mercados, considerando arquiteturas globais” estão substituindo cada vez mais os projetos locais em várias empresas como a GM, trazendo uma maior eficiência na utilização de recursos e orçamento, troca de experiências com foco corporativo, entre outras. Mauro Moretti ressaltou que os projetos locais não têm mais tanta visibilidade e rentabilidade no mercado atual. O diretor da GM do Brasil destacou também que um dos desafios principais desse novo tipo de projeto é o desenvolvimento avançado de tecnologias adequadas aos países emergentes.
A Empresa General Motors possui três centros de desenvolvimento no país, sendo dois em São Caetano do Sul e um em Indaiatuba, interior de São Paulo. Ela tem investido maciçamente no aumento no quadro de funcionários, no investimento em instalações e equipamentos de última geração para execução de programas globais e novos laboratórios e pistas. Existe um processo intensivo de recrutamento e seleção, com cursos funcionais dentro da própria Empresa, como seminários, cursos e mestrados.
Ao final da palestra, o diretor comentou sobre o cenário da General Motors do Brasil em meio a crise econômica global, destacando que os programas novos da Empresa são criados com base em recursos geridos pela própria empresa, promovendo um privilegiado quadro para a empresa nos tempos de crise.

Nathalia Boni/Jornal Junior/Cobertura Semana de Engenharia



Segurança Viária - Conscientização e participação para diminuir acidentes

A professora e pesquisadora Bábara Bezerra fala, em entrevista para o repórter Renan Simão, sobre a situação da segurança no trânsito brasileiro e explica a importância do tema para a formação do engenheiro civil nesta edição da Semana de Engenharia 2009.

Confira no podcast ao lado ou OUÇA AQUI.



“Mais do que conceitos técnicos, a ideia é apresentar conceitos comportamentais”: Gerenciamento de Projetos é tema de Minicurso de Produção

Gerenciamento de Projetos foi o tema do Minicurso de Produção realizado ontem e hoje, 26 e 27 de agosto, como um dos eventos da Semana de Engenharia. Ministrado pelo professor Jorge Luciano Gil Kolotelo, o curso contou com a presença de cerca de 30 estudantes, a maioria do curso de Engenharia de Produção.
Pela primeira vez na Semana de Engenharia, tendo participado somente do SIMPEP, Simpósio de Engenharia de Produção na cidade de Bauru, Jorge acha a iniciativa do evento fantástica. Ele ministra aulas de MBA em Instituições como a USP e o Senai.
O tema abordado foi principalmente responder o ‘porquê’ de se fazer gerenciamentos de projetos, as associações e a importância de certificações. O professor ressaltou que o aspecto novo desse minicurso é mostrar competências comportamentais, contextuais e técnicas. “Mais do que conceitos técnicos, a ideia é apresentar conceitos comportamentais do gerenciamento de projetos.”
Jorge iniciou sua aula com um vídeo mostrando a montagem de um origami, que deveria ser montado pelos alunos logo em seguida, com o intuito de promover a prática no gerenciamento de projetos. Com uma visão dinâmica, o curso foi conduzido de maneira a inteirar totalmente os alunos no assunto, através de vídeos, montagens e práticas que envolvessem o tema.

Nathalia Boni/Jornal Junior/Cobertura Semana de Engenharia



Utilizar as “ferramentas” corretas para vencer a timidez.



“Vencendo a timidez” foi uma das palestras ocorridas no terceiro dia da XIV Semana de Engenharia. A princípio, o tema parecia um tanto quanto estranho para uma Semana de Engenharia. No entanto, ao pensar na timidez, como um “problema” que atinge quase metade da população brasileira, pode-se notar a importância do tema. Além da
timidez, existe um problema pior: o medo de falar em público.

Para tentar acabar, ou pelo menos, amenizar o problema, José Carlos Cintra, engenheiro civil e professor titular da USP São Carlos, ministrou a palestra “Vencendo a timidez”, destinada a todos os cursos de engenharia. O professor trabalha com esse tema há 15 anos. Atualmente, além de lecionar, também oferece o curso “ensinar a ensinar” para alunos pós graduandos.

José Carlos realiza palestras por todo o estado de São Paulo, tanto para pessoas com fobia de falar em público, quanto para quem desejam melhorar a dinâmica de suas apresentações. Para isso, o professor acredita que a principal forma de atrair o público de um palestrante é a interatividade, o que, com certeza, não falta em sua apresentação. O problema é que para ocorrer interatividade, a ansiedade e o medo de falar em público têm de ser vencidos.

Para contornar a situação, José Carlos, trabalha com algumas ferramentas, consideradas ideais para conseguir “vencer a timidez”. A primeira delas é a chamada “Teoria da moeda”, no qual deve existir um contato visual entre as pessoas. A segunda ferramenta é a “representação de papéis”, na qual, a pessoa deve representar um personagem que cumpra bem a sua função, como por exemplo, a de falar em público. E a terceira e última é vencer a ansiedade, trocando os pensamentos negativos por pensamentos compensadores.

Na palestra, provavelmente nem todas as pessoas presentes conseguiram vencer totalmente a timidez. Mas a grande interação ocorrida entre palestrante e platéia mostrou que, com certeza, a cada dia, aquele público estará “vencendo a timidez”.

Letícia Greco/ Jornal Junior/ Cobertura Semana de Engenharia
Imagem kelli Franco



Variedades de PCI’s são expostas aos participantes

A microeletrônica foi tema da oitava palestra de Engenharia Elétrica neste terceiro dia da Semana. O convidado foi o engenheiro Sérgio Rodrigues, da Micropress S.A., que veio falar sobre tecnologia de fabricação de placas de circuitos impressos (PCI's). As PCI's são o suporte mecânico dos componentes eletrônicos permitindo sua interconexão. São utilizadas em todos os equipamentos eletroeletrônicos.
Rodrigues iniciou a conversa traçando um panorama da evolução tecnológica na área, da invenção das PCI's na década de 40 às mais modernas multilayers ou multicamadas. Em seguida, discorreu sobre as variedades de PCI's usadas no mercado e em que tipo de equipamento cada uma é aplicada. Para ilustrar suas explicações o palestrante trouxe exemplos de cada placa e permitiu que os espectadores as manuseassem ao final da palestra.

A Micropress é uma empresa 100% nacional, do segmento de microeletrônica. É especializada no desenvolvimento de placas de circuito impresso e atua nacionalmente no setor de informática. A empresa concede apoio a formandos oferecendo materiais a um custo acessível para os projetos de trabalho de conclusão de curso e também atua em parceria com as universidades em projetos sociais.

Em entrevista, Rodrigues alertou que existe uma carência de mão-de-obra especializada no setor de microeletrônica, pois as universidades não oferecem esse tipo de qualificação. Por isso, as empresas têm buscado complementar sua força de trabalho com profissionais de cursos técnicos ou de nível superior graduados em outras áreas. A produção brasileira de placas de circuito impresso atende a cerca de um quarto da demanda do país. O restante é importado. Segundo Rodrigues,a concorrência, principalmente chinesa, inviabiliza o crescimento da produção brasileira no setor.



“Botando o pé na estrada”: Intercâmbio ao redor do mundo é oportunidade para engenheiros da UNESP

Numa economia globalizada, a importância de um estágio internacional já deixou de ser diferencial e passou a ser requisito. Aprender outros idiomas, conhecer outras culturas e acumular experiências profissionais são os ganhos que uma viagem dessas pode proporcionar. A AREX (Assessoria de Relações Externas) é o órgão responsável pela mobilidade acadêmica internacional na Unesp. Ele possui acordos de cooperação com inúmeras universidades e institutos no mundo todo.

Os principais requisitos para se candidatar a um estágio internacional são um ótimo histórico escolar, proficiência no idioma para o país onde ele pretende viajar, um bom Curriculum Vitae e as chamadas soft skills - características pessoais como educação, presteza e simpatia.

O responsável pelo
Escritório de Relações Internacionais (ERI) no campus de Bauru da Unesp é o Prof. Augusto Ronchi Junior (foto acima). O ERI funciona como um posto avançado da Arex. Segundo Ronchi, até agora 63 alunos foram escolhidos para estagiar internacionalmente. A maioria deles para as empresas da Alemanha e da Áustria.

Os estudantes têm sido aceitos na Hochschule Regensburg (universidade alemã), na Fachhochschule Kärnten (universidade austríaca) e empresas de porte como Infineon, ZF, Siemens, Liebherr Aerospace e Maschinenfabrik Reinhausen.


A remuneração para o intercambista varia de 500 a quase 1000 Euros mensais, o suficiente para viver nas cidades onde estão as universidades e empresas. O prof. Ronchi lembra também que a Unesp oferece ótimas oportunidades aos estudantes, bastando se informar para realizar o sonho de “botar o pé na estrada.”

Texto:Renan Simão / Jornal Júnior



Pra nós, nem o bagaço sobrou!

Pra nós, nem o bagaço sobrou!

Aproveitar resíduos é objetivo de muitas usinas

Desde os tempos do Proálcool e seus incentivos financeiros para quem utilizasse o substituto renovável da gasolina, o país vem lutando para ter visibilidade no panorama internacional.
Os anos 70 foram marcados pelos ‘Choques do Petróleo’ numa época em que o Brasil importava 80% da demanda de petróleo nacional. Essa situação acomodada restringia o desenvolvimento do país enquanto especulava-se que o preço do barril teria brevemente um disparo.
Foi contextualizando os alunos historicamente que o técnico industrial Hélcio Martins Lamonica começou a palestrar. Nada menos que “uma decisão estratégica do governo” foi sua explicação para o surgimento, em 1975, do Proálcool, Programa Nacional do Álcool, no governo Ernesto Geisel.
“O governo tava vendo uma crise (surgir), o país ia ter problema de desenvolvimento no futuro, então, tomaram a iniciativa de fazer (o brasileiro) trabalhar com o combustível renovável em substituição da gasolina pelo menos para diminuir a necessidade de importação de petróleo.”
A parceira do governo com o setor privado trouxe incentivos aos que aderissem ao programa. Dar subsídios aos que tinham usinas e atrelar o preço do álcool e do açúcar ao produtor foram maneiras usadas para atrair o brasileiro.
Reduções do IPI para quem fosse comprar carro novo, incentivo aos que fossem fazer conversão e desconto de 25% no IPVA não foram incentivos passados despercebidos pelo país.
Em meio a crise, o setor passa a se interessar pela produção de Energia Elétrica, há a criação do carro Flex a exportação chega a ser destino de 60% da produção nacional, há 1 milhão de empregos na área, a Petrobrás torna-se auto suficiente e, por conseqüência, diminui-se, cada vez mais, a dependência do petróleo.
O desenvolvimento tecnológico na área é, de fato, uma das maiores conquistas do programa que indiretamente, valorizou as Universidades e os Centros de Pesquisa. Ocorre que mesmo com mais de 1 milhão de empregos disponibilizados, as mudanças sociais não ocorreram efetivamente.
Todo discurso histórico econômico de Hélcio foi para chegar ao debate do reaproveitamento. Cada vez mais as empresas usineiras de cana estão investindo em tecnologia e pesquisa para diminuir a porcentagem de resíduo. Palha, vinhaça e o próprio bagaço já estão sendo admitidos em diversas funções alternativas que não seja seu fim degradante.

Texto: Laís Bellini / Jornal Júnior



Como é possível montar um carro em 60 segundos?


Como é possível montar um carro em 60 segundos?

Métodos de redução de tempo e gasto são o rumo para melhorar o desenvolvimento empresarial

Essa resposta foi dada pelo Engenheiro MBA, Theodoro Paraschiva, na palestra da tarde de ontem que trouxe como tema central “A Compressão da Cadeia de Valor”. Theo partiu da afirmação de que “a geração de valor é o grande desafio das empresas”. O objetivo desse desafio é adaptar a empresa às freqüentes mudanças do meio.
Mencionou adiante que as organizações empresariais precisam conhecer suas próprias características a fim de obter maior eficiência no processo produtivo. Todo produto passa por uma cadeia que sofre interferências internas e externas. Essas interferências podem modificar o resultado dependendo do impacto causado, daí a idéia de se construir uma boa avaliação dos riscos para que se permita maior agilidade no processo e menos gasto. Resumindo, essa análise procura melhorar o desempenho da empresa.
Um método utilizado para eliminar desperdícios nas empresas foi exemplificado pelo palestrante: o “estoque de tempo”. Este estoque consiste em obter, baseado na logística empresarial, certo tempo de sobra que não prejudique o andamento da produção, mesmo havendo algum problema no processo. Simplificando, é o tempo de risco disponível. Para os leigos, Theo denominou essa compressão como sendo a “pura eliminação de desperdício”.

Texto: Laís Bellini / Jornal Júnior



Segundo dia da Semana de Engenharia

Ontem foi o segundo dia de cobertura da Jornal Junior na 14ª Semana de Engenharia da Unesp Bauru.

A agência junior produziu um boletim impresso distribuído aos participantes do evento, além dos posts aqui no blog e o boletim radiofônico veiculado na Rádio Unesp Virtual.

Este post faz um resumo do que foi produzido no segundo dia:

Sucesso no desenvolvimento integrado de produtos é assunto de palestrante da ArvinMeritor

XIV Semana de Engenharia - engenheiro Kazuo Miura

XIV Semana de Engenharia - prof. Marco Antonio Saidel

Quem Quer Dinheiro?



“Quem quer Dinheiro?”




Educar seu bolso. Esse foi o principal ponto da palestra sobre “A importância da educação financeira”, conduzida pelo administrador Carlos Alberto da Silva. Segundo o palestrante, medidas simples, como criar uma poupança e evitar pagar juros, já nos ajudam a reeducar e organizar nosso orçamento. Além disso, “é preciso reavaliar nosso desempenho periodicamente”, afirmou o administrador logo no começo da palestra.
E se poupar é a primeira batalha, investir corretamente é o segundo passo, já que ser rico é ter dinheiro trabalhando por você. Por falar em investimento, Carlos defendeu a compra de ações. A explicação: comprar uma ação é se tornar dono de uma pequena fração do capital de uma empresa. Ou seja, ser acionista é ser um sócio.
Se investir na bolsa corretamente é um bom negócio e qualquer pessoa pode ser um investidor, por que somente 3% dos brasileiros têm ações? “Por que ainda não entendemos que se compra ações em tempos de baixa, e se vende em tempos de alta dos índices”, respondeu o palestrante. Então como fazemos para comprar ações? “A bolsa não compra nem vende ações, ela só fiscaliza. Para começar a comprar uma ação, devemos primeiro procurar as corretoras e fazer um cadastro em seu site”, explicou o administrador.
No fim da palestra, Carlos Alberto deu a dica: “80% do volume da bolsa é representado pela Vale e pela Petrobrás. Essas empresas pulsam o mercado”. E para fechar a conversa, Carlos desejou aos palestrantes que “consigam levar essas dicas para o dia a dia de vocês”.

Texto e foto: Laís Modelli/Jornal Júnior



XIV Semana de Engenharia - engenheiro Kazuo Miura

O Engenheiro da Petrobrás Doutor Kazuo Miura, que ministrou a palestra de Exploração e Produção de Petróleo, comenta a importância da parceria entre a universidade e a empresa, além de enfatizar que o mercado está favorável para os novos engenheiros interessados na área.



Entrevista de Mariana Zaia e filmagem de Nathalia Bottino.



XIV Semana de Engenharia - prof. Marco Antonio Saidel

Marco Antonio Saidel, professor da Escola Politécnica e coordenador do Programa Para o Uso Eficiente de Energia na USP, parabeniza os organizadores e participantes da semana de engenharia e fala sobre como a interatividade entre as diferentes áreas do conhecimento pode proporcionar uma rica formação acadêmica.



Entrevista por Nathalia Botttino e filmagem de Mariana Zaia para a Jornal Jr.



Primeiro dia de Semana de Engenharia


Ontem foi o primeiro dia de cobertura da Jornal Junior na 14ª Semana de Engenharia da Unesp Bauru.

Para o evento a agência produziu um boletim impresso, distribuído aos participantes. Aqui no blog da Jornal Junior, em nossos posts estão os assuntos dos boletins.
A Jornal Junior ainda promoveu um boletim radiofônico que foi ao ar ontem às 20h00 pela Rádio Unesp Virtual, na página do programa da Semana de Engenharia.

Este post é um resumo do nosso trabalho de ontem:

Semana de Engenharia 2009: Expectativas do evento

Boletim radiofônico com expectativas do evento.

Palestra de abertura mostra os novos desafios da engenharia

Boletim radiofônico com palestra inicial da Semana de Engenharia.

Método PDCA é assunto da primeira palestra de Produção.

Ausência de chefe?

Semana de Engenharia: fortalecimento da integração universidade-empresa

Entrevista com Engenheiro Fábio César

Boletim Radiofônico da Semana de Engenharia na Rádio Unesp Virtual



Sucesso no desenvolvimento integrado de produtos é assunto de palestrante da ArvinMeritor

O divertido palestrante Fábio Andreassa Guedes César

Foi numa palestra descontraída que o Engenheiro Mecânico Fábio Andreassa Guedes César discutiu o desenvolvimento de produtos na considerada nova era: globalizada, desenvolvida e acelerada. A partir da descrição histórica da evolução dos processos e planejamentos de produtos, Fábio César desenvolveu uma abordagem cientifica que afirmava que hoje o mercado busca competitividade baseada no “desenvolvimento integrado” visando “reduzir ao máximo a incerteza e as escolhas iniciais a serem feitas a partir do planejamento”. Assim, qualquer possível modificação será menos custosa que se não houvesse um planejamento inicial e coletivo, ou seja, com a participação de toda a empresa.

Representando sua empresa, ArvinMeritor, Fábio descreveu o desenvolvimento de um produto a partir de três frentes de planejamento. O pré-desenvolvimento baseia-se em pesquisas sobre possibilidade de mercado e estratégias empresariais; atingindo o desenvolvimento Fábio descreve a questão do trabalho conjunto e por fim, com o produto já lançado, há a avaliação das vendas, o trabalho de marketing e do eco-design, ou seja, a necessidade de dar um destino final ao produto.

Por fim, Fábio descreveu o modelo de referência de produto planejado e desenvolvido visando altos graus de novidade e complexidade e exemplificou as conhecidas empresas japonesas por sua excelência em planejamento e desenvolvimento. Estratégias, organização e processo foram as palavras-chave usadas para determinar uma boa evolução no desenvolvimento de um produto na declarada era globalizada.

Texto e foto
Laís Bellini/ Jornal Junior



Primeiras palestras de Eng. Mecânica: Mundo 3D e gerenciamento de recursos

Christian Vasquez e a tecnologia 3D

As atividades que abriram a semana no ramo de engenharia mecânica foram um sucesso. As salas, com capacidade para cerca de 100 pessoas cada, ficaram completamente lotadas para acompanhar as seguintes palestras:

3D for all – Uma palestra que apresentava as mais variadas possibilidades de criar, desde um objeto simples em duas dimensões à um avião completo, visto e desenhado sob diversos ângulos. O palestrante Christian Vasquez diz que a tecnologia 3D de sua empresa (C&D solution) pode ser vista como uma revolução.

“Há 20 anos, só se viam carros de formato simples, como o Gol ou o Fusca. Hoje, os programa em 3D formam vários carros com vários formatos mais complexos.”, afirma. Christian ainda ressalta que a formação de qualquer engenheiro passa pelo aprendizado da técnica em 3D.

Case de gerenciamento de recursos (Bosch) – Uma empresa com mais de 280 mil funcionários espalhados pelo mundo, a maior fornecedoras de peças para carros e com 10 fábricas no Brasil com certeza deve ter um bom plano de gerenciamento.

É sobre essa gestão empresarial que o Engenheiro Elétrico, Thiago Masson, veio falar no campus da UNESP. “O gerenciamento de recursos humanos conduz uma produção. Dá o caminho certo para os trabalhadores.”, diz.

Masson lembra também o principal desafio da Bosch na atualidade é atingir o equilíbrio entre a crescente demanda, a manutenção da qualidade e sua rapidez de entrega. E sobre a formação dos futuros engenheiros, Thiago aconselha: “Além da formação técnica, o estudante tem de procurar novas fontes fora da sala de aula. Hoje um engenheiro mecânico também deve sair da universidade como um gestor.”

Texto e foto:
Renan Simão/Jornal Júnior



Semana de Engenharia: fortalecimento da integração universidade-empresa

Presidente da Comisão Organizadora da XIV Semana de Engenharia, professor João Guarnetti

Um bate-papo com o professor João Guarnetti foi o bastante para perceber o quanto ele e a Comissão Organizadora se empenharam a fim de trazer o melhor grupo de professores e palestrantes para a XIV Semana de Engenharia. “Os docentes que auxiliam no evento fazem com que os próprios alunos entrem em contato com os palestrantes de nomes internacionais e nacionais que venham a contribuir com a formação dos nossos discentes de todos os cursos ministrados na Faculdade de Engenharia.”

Todo o esforço da Comissão Organizadora é retribuido pelo crescimento do número de inscritos. “Observamos uma evolução do número de alunos interessados pelo número de inscrições através do site”, foram cerca de 500 inscrições só pela internet.

“É uma semana que proporciona aos alunos de Engenharia Civil, de Mecânica de Elétrica e de Produção um contato mais direto com profissionais que estão atuando há um determinado tempo no mercado de trabalho.” Esse contato com profissionais da área é de extrema importância para os alunos de graduação que iniciaram sua vida profissional agora e buscam ouvir especialistas das diversas vertentes da engenharia.

Além das palestras, a Semana agrupa também minicursos e apresentações de pesquisa cientifica de discentes desenvolvidas com orientadores vinculados aos cursos de graduação de engenharia. É um espaço na Semana aberto para que pesquisadores graduandos possam divulgar seus trabalhos.

Como presidente da Comissão Organizadora, Guarnetti manterá contato direto com os discentes e os docentes “dando o apoio logístico e institucional para que tudo ocorra dentro da maior harmonia, visando o único objetivo que é o fortalecimento da integração universidade-empresa.”

Aos participantes, o professor Guarnetti deixa uma mensagem: “A Semana de Engenharia é uma oportunidade única de estar fortalecendo os contatos com empresas e setores das áreas de Engenharia para que no futuro executem o papel de engenheiro efetivamente”. Guarnetti comenta a necessidade de uma melhora na qualidade dos formados em engenharia “Atualmente temos uma carência grande de profissionais que tenham essa visão de mercado, que no futuro estejam bem engajados na sua atividade profissional.” Ele acrescenta ainda que extensões como a Semana da Engenharia estão disponíveis no Campus principalmente para elevar o nível de graduados na área da Engenharia.

João Eduardo Guarnetti dos Santos é docente do Departamento de Engenharia Mecânica da Unesp Bauru. Iniciou sua carreira ainda na antiga Fundação Educacional de Bauru que se transformou em Universidade de Bauru e em 88 foi incorporada pela Unesp (Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho). É formado em Engenharia Agrícola com mestrado e doutorado na Área de Energia e concluinte em 2003 de sua livre docência.

Trabalha em Bauru desde 1986 e atua hoje em programas de pós-graduação junto à Faculdade de Artes e Arquitetura no programa de Design e no Curso de Pós-graduação em Energia de Agricultura junto à FCA/Unesp-Campus Botucatu. Tem ainda ministrado disciplinas profissionalizantes do curso de Engenharia Mecânica, dentre elas na área de Projeto. Guarnetti ainda orienta alunos a nível de graduação, especialização e pós-graduação a nível de mestrado e doutorado.

Sua vida acadêmica tem se concentrado sempre na formação de recursos humanos e na área de pesquisa e projetos de extensão, prova disso é a Semana de Engenharia que é uma atividade de extensão que visa abrir a universidade para a comunidade bem como para as outras unidades que compõem o campus de Bauru, inclusive o Colégio Técnico Industrial, CTI.

João Guarnetti, presidente da Comissão Organizadora da XIV Semana de Engenharia

Texto e foto:
Lais Bellini/ Jornal Junior



Ausência de chefe?

Na segunda palestra de Engenharia de Produção, o psicólogo e sócio-diretor da LCZ Consultoria, Luiz Cortoni, falou sobre um modelo alternativo de organização do trabalho nas fábricas. Pelo chamado GSA (grupos semi-autônomos), a empresa é rearranjada e são intercaladas equipes autônomas nos setores de produção.

Essas equipes devem se auto-organizar e se responsabilizar pelos resultados, manutenção e questões humanas do seu nicho de produção. A grande inovação do GSA é a quebra de hierarquia nas fábricas como modo de evitar o retardamento da produção com questões burocráticas. Isso acontece porque o modelo suprime os cargos de chefia, por isso, os problemas que ocorrem são resolvidos diretamente dentro do local onde ocorrem, agilizando o processo de resolução.

Mas Cortoni advertiu que não é fácil fazer as pessoas acreditarem que o método realmente funciona - "O comportamento dos chefes não muda facilmente" - diz. "Mas o GSA é uma maneira de tornar as estruturas organizacionais mais limpas e com menos níveis administrativos". O modelo GSA é utilizado em empresas como Natura, Avon, Pepsico, Mercedes Benz, Pfizer e outras.

Texto:
Juliana de Mello/ Jornal Junior



Método PDCA é assunto da primeira palestra de Produção

Sala lotada para ouvir o engenheiro Antonio Gilberto Marchesini

Na primeira palestra de Engenharia de Produção desta segunda, o engenheiro Antonio Gilberto Marchesini foi convidado a falar sobre o método PDCA no gerenciamento de empresas. Existente desde a década de 30, o método é o mais usado como ferramenta de tomada de decisões para garantir o alcance das metas necessárias à sobrevivência de uma organização. O PDCA (da sigla em inglês plan, do, check, action), prevê três etapas inicialmente: planejamento, execução e verificação. Se as metas não tiverem sido alcançadas após essas etapas é proposta uma quarta: a ação, em que é realizada uma ampla revisão e análise do que saiu errado na primeira fase.

Para Marchesini, um bom gerente é aquele que sabe administrar as metas de qualidade, custo e entrega por meio de um método disciplinado - “O PDCA é um método muito simples, qualquer pessoa pode executá-lo sem problemas, por isso que até hoje é utilizado em todas as áreas”- diz.

O palestrante ainda advertiu que a sobrevivência dos negócios só é garantida se a empresa mantiver o foco no cliente (suas necessidades e satisfação) e a competitividade no mercado para obter resultados melhores que seus concorrentes.

Texto e fotos:
Juliana de Mello/ Jornal Junior



Palestra de abertura mostra os novos desafios da engenharia

Wagner Ismanhoto abre a XIV Semana de Engenharia

Hoje, às 11h, a palestra do economista Wagner Ismanhoto abriu a programação da XIV Semana de Engenharia. Com o tema “A Nova economia real e os desafios no curto prazo”,a palestra de Ismanhoto ressaltou aos estudantes a importância do planejamento e do papel que a universidade deve assumir, formando profissionais com uma visão mais ampla e focada nas questões mercadológicas, e não apenas nos assuntos estritamente técnicos da profissão.

Ismanhoto apresentou dados sobre a economia mundial e explicou a importância de uma boa formação, tendo em vista que o contexto econômico atual exige maior produtividade com custos cada vez menores.

O evento continua durante toda a tarde e noite de hoje, com palestras e minicursos. Para conferir a programação, acesse: http://www.feb.unesp.br/dep/semana/programacao/

Ouça o boletim AQUI

Texto e foto:
Aline Scaravelli / Jornal Junior



Semana de Engenharia 2009: Expectativas do evento

Estudantes fazem fila para se inscreverem na Semana de Engenharia

No campus da UNESP-Bauru, a Semana de Engenharia torna o caminho do estudante mais próximo à realidade do mercado de trabalho. Entre os dias 24 e 28, várias palestras, mini-cursos e visitas técnicas irão abordar o tema geral do evento: Planejamento de Recursos na Engenharia.

As atividades estimulam os alunos a adquirir experiência profissional e alimentam a expectativa para o início do evento. O calouro de Engenharia Civil, Victor de Almeida, conta o que espera da semana: " Como estou muito no início do curso, pensei que seria uma coisa mais avançada. Mas pela programação, acho que ajudará a conhecer mais a profissão.”

Victor também afirma se identificar com a área de gestão de transportes e se inscreveu para a palestra de tubos sub aquáticos. Luís Palhares, também do curso de Engenharia Civil, se interessa mais com a área de pavimentação.“Como gosto mais de construção civil, quero ver as palestras relacionadas ao gerenciamento. Acho que vai ser proveitoso", revela.

O restante da programação da segunda-feira pode ser encontrada no site oficial do evento ou ao longo do dia no blog da Jornal Júnior.

Ouça o boletim AQUI

Texto e fotos:
Renan Simão/Jornal Junior



Jornal Jr na cobertura da Semana de Engenharia da Unesp Bauru


A partir de segunda-feira, dia 24, a Jornal Jr. realizará a cobertura da XIV edição da Semana da Engenharia da Unesp Bauru, tradicional evento que acontence anualmente no campus.

A edição deste ano tem como eixo norteador o tema "Planejamento de Recursos na Engenharia".

A Faculdade de Engenharia de Bauru promove palestras, mini-cursos e visitas técnicas como uma forma de complementar a formação e despertar o interesse dos alunos, mantê-los atualizados e permitir um contato maior entre estes e empresas participantes da semana.

O evento é realizado pelos alunos, professores e profissionais dos quatro cursos da Faculdade de Engenharia de Bauru (Engenharia Civil, Elétrica, Mecânica e de Produção) e tem apoio do Diretório Acadêmico da Faculdade de Engenharia (DAFAE), da ProJr (Empresa Junior de Engenharia) e do Ramo Estudantil IEEE (Institute of Eletric and Eletronics Engineers).

O tema "Planejamento de Recursos na Engenharia" foi escolhido por contemplar atividades para o desenvolvimento global do aluno perante a profissão. Cinco diferentes assuntos são discutidos: recursos humanos; recursos financeiros e econômicos; estrutura física e equipamentos; imagem empresarial e tempo; e tecnologia.

As atividades foram pensadas para que o aluno possua conhecimento técnico com uma visão global de mercado, com mobilidades de suas fuinções e capacidade para poder atuar em qualquer segmento de sua profissão.

Durante toda a semana, a Jornal Jr realizará a cobertura jornalística completa do evento. Serão confeccionados boletins impressos diários, além de nosso trabalho aqui no blog e pelo twitter da agência: @jornaljr

Para mais informações sobre a 14ª Semana de Engenharia, clique aqui.



Como falar com a Jornal Júnior

A agência Junior de jornalismo da Unesp Bauru-SP tem alguns canais de comunicação disponíveis aos interessados em nossos serviços, aos curiosos em saber mais sobre nosso trabalho, sobre o curso de jornalismo da Unesp ou nossa opinião sobre o jornalismo em geral.

Emails:

jornaljunior.unesp@gmail.com (oficial da agência)

rh.jornaljunior@yahoo.com.br
(recursos humanos)

assessoriajornaljr@hotmail.com (assessoria de imprensa)

twitter:
@jornaljr



BOLETIM SEMANA DE ENGENHARIA




Escrever, jogar

As relações entre o ato de escrever e o ato de jogar não são novas. Escrevendo ou jogando há sempre uma aposta, uma aposta que é ao mesmo tempo desafio e prêmio, e que ultrapassa o simples ato de fazer. Escreve-se/joga-se para, por, com... Há algo na escrita e no jogo que compromete o escritor-jogador e o força a correr riscos.

Entre os vários jogadores da escrita, o jornalista se destaca por ser aquele sujeito que “joga limpo”, que desempenha uma atividade social e literária cujas regras são claras embora nem sempre fáceis de explicitar. No tabuleiro da escrita, o jornalista, pressionado pelo tempo, se equilibra na corda bamba do real, oscilando entre a concretude da evidência, a opacidade da linguagem e a responsabilidade individual e coletiva sobre aquilo que escreve, sobre aquilo em que aposta.

Sabemos muito bem que a escrita e o jogo podem ser “pra valer” ou “pra testar”, o que provam os ensaios, os amistosos, as cartas de amor Publicação abordará temas relevantes da formação em Jornalismo e também o pôquer, valendo grana ou simplesmente
feijões. Tanto em um caso como no outro, certamente o que conta é o domínio da técnica, o prazer da tentativa e do erro, que aqui cercam esses dois verbos arriscadamente intransitivos: escrever, jogar.

Quando alunos se reúnem para (re)organizar uma empresa júnior, quando futuros jornalistas se agrupam em torno de um ideal de vida e, por que não, de escrita, como é o caso da Jornal Júnior, acontece algo semelhante ao prazer da boa leitura, ao gol, à cesta, ao royal straight flush tão perfeitos quanto improváveis que sacodem os jogadores e os leitores, digo, a torcida.

E se essa iniciativa vem acompanhada de um boletim, de uma publicação mensal que pode servir, “pra valer” ou “pra testar”, como uma tomada de responsabilidade e como uma declaração de amor pela atividade jornalística, então o jogo da escrita fica ainda mais contundente, mais prazeroso, e a escrita reencontra em cheio a arte de jogar.

Texto do Professor Dr. Jean Cristtus Portela



Palestra discute o desenvolvimento das mídias digitais


Estudantes lotaram o auditório para se inforarem sobre Plataformas Digitais

Na segunda-feira, dia 17, o Programa de Pós-Graduação em Televisão Digital da Universidade Estadual Paulista (Unesp) recebeu o Coordenador-Geral de TV e Plataformas Digitais da Secretaria do Audiovisual do Ministério da Cultura, Octavio Penna Pieranti, para a palestra “Novas mídias e projetos em suporte digital”.

A conferência aconteceu na sala 1 do campus da Unesp e se concentrou principalmente na apresentação da programação desenvolvida pela Secretaria do Audiovisual. Cinco programas foram explorados por Octavio Pieranti: DocTV IV, Anima TV, BR Games, XPTA.Lab e Nós na tela.

O BR Games foi o programa de maior destaque. O projeto é um estímulo à produção e, principalmente, à exposição internacional dos jogos eletrônicos brasileiros. Segundo Octavio, apesar de esse setor não estar devidamente estruturado no Brasil, o número de programadores dispostos a produzir jogos eletrônicos é considerável, visto a quantidade de inscrições para o programa.

A expectativa era de 80 inscritos. Houve 200 inscrições, 170 foram de pessoas físicas. O restante, de empresas especializadas no assunto.

O desejo por maiores oportunidades também foi notado com o programa Anima TV. O mercado de animação brasileiro é ocupado em grande parte por estrangeiros. Contudo, a produção de animação brasileira tem grande reconhecimento internacional. Ou seja, há bons produtos, mas sem oportunidades para enquadrá-los dentro do próprio país.


Octavio Pieranti deu várias entrevistas após a palestra

De forma geral, o discurso de Octavio evidenciou os benefícios que as novas mídias digitais trazem para a sociedade brasileira. Em entrevista, ele afirmou que muitas facilidades serão alcançadas com a TV digital: “além de a interatividade fornecer serviços para a população, como retirar documentos a partir de uma solicitação via TV, empresas e atores civis terão mais espaço para se expressar, já que haverá mais freqüências disponíveis.”

A previsão é que a TV analógica seja desligada em 2016. Mas a questão é: como o processo de digitalização da TV se consolidará em um país com tantos déficits sociais como o Brasil?

Nos Estados Unidos a população de baixa renda tem cupons de descontos para comprar os equipamentos. No Brasil, isso não está definido. “Do ponto de vista econômico e social algumas decisões precisam ser tomadas, mas do ponto de vista técnico o Brasil está bem adiantado em relação ao cronograma proposto” afirmou Octavio.

Texto de Daniele Motta
Foto de Ana Paula Machado



Jornalismo na Unesp Bauru e o blog da Jornal Junior

O curso de jornalismo da Unesp Bauru-SP foi criado em 1985. Desde então, uma grande dificuldade para os alunos do curso é encontrar espaço para exercer a profissão enquanto ainda são estudantes da universidade.

Com o tempo, o curso passou a ter muitos projetos de extensão, em que os estudantes puderam começar a desenvolver atividades diretamente ligadas ao jornalismo, como revistas, jornais, sites, programas de rádio, etc.

Uma das possibilidades promovidas dentro das universidades para que o aluno possa praticar a profissão fora da sala de aula são as empresas juniores. Criada em 2006, a Jornal Júnior é a agência junior de jornalismo da Unesp Bauru.

Como já diz a descrição localizada aqui à direita, os projetos aplicam o conhecimento acadêmico adquirido, por meio de trabalhos como elaboração e divulgação de releases, cobertura jornalística de eventos, treinamentos em processos de produção, diagramação e edição de textos e notícias.

A gestão de 2009 da agência vem estruturando uma nova fase da Jornal Junior, que começa a mostrar suas atividades e resultados a partir de agora, no segundo semestre do curso.

Um dos primeiros resultados é a criação deste blog.

O blog da Jornal Junior vai funcionar como uma ferramenta de comunicação entre os membros da agência e os alunos do curso. Prestações de contas, de serviços, publicações dos trabalhos desenvolvidos pelos alunos do curso para a agência junior.

E mais: a ideia é fazer desse espaço um elo dos alunos de jornalismo da Unesp Bauru com a rede virtual. De uma maneira fácil e simples toda pessoa de qualquer lugar do mundo pode ter acesso aos trabalhos desenvolvidos pelos alunos, seja por conhecer alguém que estuda na Unesp Bauru ou por entrar no blog após uma busca no Google.

A primeira ideia é essa. Mas toda experiência na internet mostra que tudo pode começar de uma maneira e traçar diferentes caminhos. Bons projetos na internet nunca começam com formatos fechado, eles vão se transformando com o tempo. Acreditamos num caminho desconhecido semelhante para este blog.



Jornal Junior

Este é o blog da Jornal Junior.

Em breve, as primeiras ideias, projetos, notícias e gadgets dos alunos do curso da jornalismo da Unesp Bauru - SP e da empresa Junior do curso, aqui neste espaço.