Como é o template

Por onde eu baixei o template essas são as caracteristicas:

CARACTERÍSTICAS

* 03 colunas laterais
* 03 colunas no rodapé
* Menu com abas na sidebar
* Caixa de busca no cabeçalho
* Compatível com o Firefox, Chrome, Opera, Safari e IE 6, 7 e 8.
* Fácil de usar

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O que eu fiz:

* Modifiquei as cores
* Coloquei o logo
* Coloquei a barra de navegação

Pra ter uma melhor edição das postagens sugiro que visitem o rascunho do blogger: http://draft.blogger.com/



Bastidores InterUnesp MPB- 2011


Créditos: Mariana Duré



Você no InterUnesp MPB

Créditos: Regiane Folter



Ilha Solteira de volta ao ritmo da MPB

Interunesp Musical mistura cultura e entretenimento

Por Beatriz Haga

InterunespMPB 2011: Palco da competição de melhor letra original

A décima nona edição do Festival Interunesp de MPB aconteceu entre os dias 2 e 4 de setembro em Ilha Solteira. O evento tem como objetivo promover a integração dos alunos de todos os câmpus da Unesp, além de reunir cultura, música e diversão em um único espaço. A organização do evento fica por conta do Diretório Acadêmico (DA) 11 de Abril da Unesp de Ilha Solteira. Segundo o Diretor Financeiro do DA, Manoel Cardoso Pereira, a Prefeitura e a universidade foram parceiros na realização do Festival. “A faculdade forneceu alojamento para os alunos de fora do campus, a reitoria da Unesp liberou um patrocínio de R$ 20 mil e a Prefeitura ajudou com os alvarás, liberando o palco pra gente usar no Festival e a praia pra gente fazer o Woodstock”, explica.

O Festival acontece todos os anos desde 1991, mas em 2010 não foi realizado por falta de tempo hábil e recursos. “O nosso objetivo é voltar a fazer essa festa. Ficou um buraco ano passado, porque todo mundo já contava com esse programa o ano inteiro”, afirma Manoel. A iniciativa também é responsável pela divulgação do trabalho de novos grupos. Manoel conta que o Festival de 2011 não trouxe bandas muito reconhecidas.  Em outros anos, Tom Zé, Marcelo Nova, Velhas Virgens, Nando Reis, Kiko Zambianchi e Nação Zumbi participaram do evento.

A programação do Festival Interunesp de MPB 2011 foi dividida em três períodos nos dias de evento. Bandas universitárias e da região tocaram no Woodstock Prainha no complexo de praias da hidrelétrica de Ilha Solteira, das 14 às 18 horas; a partir das 21 horas até a meia-noite foram apresentadas as músicas selecionadas para o concurso na Praça da Integração; e na madrugada, da uma às 5 horas, aconteceram shows de MPB no Clube SEIS.

Uma das atrações mais esperadas do evento foi a tradicional competição de músicas, na qual 24 canções próprias são selecionadas pela organização do Festival. Cinco jurados foram encarregados de selecionar as 10 melhores músicas para a final, que aconteceu no domingo, dia 4. A premiação do 1º ao 5º colocados variou entre R$ 1500 e R$ 300. Também foram premiadas as músicas com Maior Aclamação Popular e Melhor Intérprete. A música campeão do Festival Interunesp MPB 2011 foi Fruto do Tempo da banda Samanah, integrada por alunos da Unesp de Bauru.

1º - Fruto do Tempo, Samanah
2º - Reinventar, Projeto Reinventar
3º - Minha Bossa Velha, Psiconáuticos
4º - Dos dias e Das Noites, Partido dos Poetas Pobres
5º - Poema Canção, Discípulos de Si
Maior Aclamação Popular – Guerra de Lama, Quem Não Têm Colírio
Melhor Intérprete – Outros Terreiros, Diego Damaceno

Crédito da foto: Beatriz Haga



X Semana de Relações Públicas discute ONGs, governos e comunicação

Palestras trazem especialistas das áreas para promover reflexões sobre os temas da Semana

Por Lucas Esteves e Beatriz Haga



As palestras da X Semana de Relações Públicas ocorrem nas três noites do evento e são ministradas por especialistas de cada área. Depois dos discursos dos palestrantes, são abertas sessões de perguntas para esclarecimento das dúvidas. As palestras são parte fundamental da Semana de RP, principalmente por promoverem discussões e reflexões para complementar a parte prática das oficinas. Confira a cobertura da Jornal Júnior das palestras de quarta-feira (08) e quinta-feira (09).

ONGs e Comunicação

A participante de ONGs Viviane Nebó, formada em 2003 pela Unesp Bauru em Relações Públicas, começou a palestra do dia 8 explicando o espaço do comunicador dentro de uma ONG, sendo limitada a um ou dois profissionais da área. 

Outro assunto abordado foi a diversidade de formas de captação de recursos. Além de contar com finanças que podem vir de agências de cooperação internacional, empresas públicas, fundações e do próprio governo, as ONGs utilizam outros instrumentos para angariar fundos. “A alternativa das ONGs de procurar empresas privadas requer habilidades, como conseguir falar com seus públicos de outras maneiras, mailing, site e até mesmo a produção de eventos”, disse Nebó.

Viviane falou sobre as qualidades que um profissional da comunicação deve ter para trabalhar na área. “Precisa ter militância, fazer porque gosta e porque acredita, e é fundamental ter uma visão crítica e política”, declarou.

Já Taís Moura, representante do grupo “Ação, Gestão e Responsabilidade” (AGR), falou sobre os ideais e princípios do grupo. Ela também contou sobre os maiores projetos do AGR, como o Projeto Revitalização, que promoveu uma transformação física e cultural no Bosque Presidente Geisel. O projeto envolveu alianças com a associação de bairro e lideranças religiosas. O resultado da mobilização que, durou três finais de semana, foi uma reestruturação do bosque e o incentivo aos moradores voltarem a freqüentar o ambiente.

Comunicação Governamental

A palestra de encerramento teve a participação de Eduardo Pugnali, coordenador de imprensa da Secretaria da Casa Civil - Subsecretaria de Comunicação do Governo do Estado de São Paulo – e do professor Danilo Rothberg. O assunto central foi a Comunicação Governamental através das redes sociais. 

Durante a exposição, Pugnali explicou as divisões da imprensa no Governo do Estado de São Paulo e a importância do portal como serviço público. “Gestão pública é transparência. Nós temos que deixar os dados abertos para as pessoas tomarem suas decisões e tirarem suas próprias conclusões. Nós divulgamos tudo o que acontece ou nos posicionamos em tudo o que acontece”, esclareceu.

A apresentação do segundo palestrante foi baseada em pesquisas e dados para explicar o e-Government (governo digital). O professor também expôs algumas falhas na Comunicação Pública e mostrou que “a posição da decisão pública é a mais deficiente no Brasil”.