Canja Rock 2011 trouxe novos destaques da música brasileira no estilo. E com muita dança!
Por Luís Morais
Agitação. Rock'n’Roll. Dança. E mais rock. Uma definição rápida do que foi o Canja Rock, na noite de sábado, 11. Com três bandas distintas agitando a galera sempre, o Festival Canja 2011 fez do Jack Pub uma discoteca.
O palco trouxe, primeiramente, Camarones Orquestra Guitarrística. O grupo de Natal (RN) traz um rock instrumental divertido, sem virtuosismo, porém dançante. E a reação do público foi ótima, como afirmou a baixista Ana Morena: “com banda instrumental, é um pouco difícil do público se ligar mais no show, mas as pessoas entraram com a gente na onda, parece até que temos um vocalista na banda!”.
Você que perdeu um pouco do show do Camarones, confira o clipe de “Alabama Mama”:
Logo depois foi a vez dos sorocabanos do The Name subirem ao palco. E a noite atingiu o seu ápice dançante! A House Music tomou forma. O guitarrista Andy explica melhor: ''A gente sempre procura fazer os arranjos da música com essa pegada 'vamos dançar'. A gente gosta de groove, uma influência que não conseguimos nos desprender''.
The Name vai lançar um novo álbum em novembro deste ano e um novo single para julho. Enquanto há a espera das novidades da banda indicada para “Aposta MTV” no último VMB, veja o clipe oficial do último single, “Let The Things Go”:
E a noite foi finalizada com mais rock. Direto de Taubaté, The Vain chegou surpreendendo a todos os presentes no Canja Rock. O vocalista Bruno Bottossi logo tratou de pular no meio da galera – e torceu o joelho com isso – e mostrava que o show da banda é algo unido ao público, que o levava a uma espécie de outra dimensão musical.
“Bauru é o melhor lugar que a gente tocou ultimamente” afirmou Bruno. E isso sem contar que a banda vem do lançamento do seu último álbum, “Panda”, feito na última quinta-feira em São Paulo. Músicas desse disco podem ser conferidas no MySpace dos caras.
E quando o The Vain saiu do palco, o Canja Rock acabou. Acabou com o gostinho de “foi muito bom”, e ainda um tempero de “quero mais”. Sem contar as muitas pernas cansadas de dançar e pular.

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