X Semana de Relações Públicas discute ONGs, governos e comunicação

Palestras trazem especialistas das áreas para promover reflexões sobre os temas da Semana

Por Lucas Esteves e Beatriz Haga



As palestras da X Semana de Relações Públicas ocorrem nas três noites do evento e são ministradas por especialistas de cada área. Depois dos discursos dos palestrantes, são abertas sessões de perguntas para esclarecimento das dúvidas. As palestras são parte fundamental da Semana de RP, principalmente por promoverem discussões e reflexões para complementar a parte prática das oficinas. Confira a cobertura da Jornal Júnior das palestras de quarta-feira (08) e quinta-feira (09).

ONGs e Comunicação

A participante de ONGs Viviane Nebó, formada em 2003 pela Unesp Bauru em Relações Públicas, começou a palestra do dia 8 explicando o espaço do comunicador dentro de uma ONG, sendo limitada a um ou dois profissionais da área. 

Outro assunto abordado foi a diversidade de formas de captação de recursos. Além de contar com finanças que podem vir de agências de cooperação internacional, empresas públicas, fundações e do próprio governo, as ONGs utilizam outros instrumentos para angariar fundos. “A alternativa das ONGs de procurar empresas privadas requer habilidades, como conseguir falar com seus públicos de outras maneiras, mailing, site e até mesmo a produção de eventos”, disse Nebó.

Viviane falou sobre as qualidades que um profissional da comunicação deve ter para trabalhar na área. “Precisa ter militância, fazer porque gosta e porque acredita, e é fundamental ter uma visão crítica e política”, declarou.

Já Taís Moura, representante do grupo “Ação, Gestão e Responsabilidade” (AGR), falou sobre os ideais e princípios do grupo. Ela também contou sobre os maiores projetos do AGR, como o Projeto Revitalização, que promoveu uma transformação física e cultural no Bosque Presidente Geisel. O projeto envolveu alianças com a associação de bairro e lideranças religiosas. O resultado da mobilização que, durou três finais de semana, foi uma reestruturação do bosque e o incentivo aos moradores voltarem a freqüentar o ambiente.

Comunicação Governamental

A palestra de encerramento teve a participação de Eduardo Pugnali, coordenador de imprensa da Secretaria da Casa Civil - Subsecretaria de Comunicação do Governo do Estado de São Paulo – e do professor Danilo Rothberg. O assunto central foi a Comunicação Governamental através das redes sociais. 

Durante a exposição, Pugnali explicou as divisões da imprensa no Governo do Estado de São Paulo e a importância do portal como serviço público. “Gestão pública é transparência. Nós temos que deixar os dados abertos para as pessoas tomarem suas decisões e tirarem suas próprias conclusões. Nós divulgamos tudo o que acontece ou nos posicionamos em tudo o que acontece”, esclareceu.

A apresentação do segundo palestrante foi baseada em pesquisas e dados para explicar o e-Government (governo digital). O professor também expôs algumas falhas na Comunicação Pública e mostrou que “a posição da decisão pública é a mais deficiente no Brasil”. 





Festival Canja – Como tudo começou

Saiba como nasceu a ideia de fazer um festival que agregasse todas as formas culturais em Bauru 

Por Lígia Ferreira

O Festival Canja é um dos projetos – senão o maior projeto – do Enxame Coletivo, núcleo de comunicação e fomento cultural bauruense. A ideia do festival surgiu junto com a ideia do próprio Enxame. “Nós queríamos fazer um festival e, pra formatá-lo, algumas pessoas do Enxame visitaram vários festivais. Então, nós agregamos várias ideias dos festivais que havíamos conhecido e trouxemos pra Bauru”, explicou Gabriel Ruiz, representante do coletivo.

Desde a primeira edição, que aconteceu em junho de 2010, o Canja tinha dois objetivos: fomentar a cultura independente local e trabalhar a integração das artes. “A ideia era aproveitar a plataforma da música, que é a que mais chama atenção nos festivais, e bombardear o público com outras atrações culturais”, comentou Gabriel.

Gabriel ainda conta que a maior diferença do segundo Canja para o primeiro foi a maneira como eles produziram o festival. Ano passado, eles organizaram sozinhos, só o Enxame e a Rede Fora do Eixo; já esse ano, abriram a gestão para as pessoas darem ideias e construírem o festival junto com eles.

Outra novidade esse ano foi o tema “sustentabilidade”. Os idealizadores escolheram o tema e resolveram fazê-lo transversal no festival. “Tivemos a ideia de fazer um festival temático. Não sei se o ano que vem vai ser assim, mas esse ano foi”, pontuou Gabriel.

Duas ações que viraram características do Festival são a Canja Verde, de cunho ambiental, e a Canja Colaborativa, projeto de cobertura colaborativa que produz amplo material em foto, vídeo e texto.

O E-colab, grupo colaborativo que começou no primeiro Canja, não terminou com o encerramento do festival. O grupo se consolidou e continua fazendo coberturas colaborativas durante o ano todo, completando um ano com o segundo Festival Canja.



It's Rock'n Roll, baby!

Canja Rock 2011 trouxe novos destaques da música brasileira no estilo. E com muita dança!

Por Luís Morais

Agitação. Rock'n’Roll. Dança. E mais rock. Uma definição rápida do que foi o Canja Rock, na noite de sábado, 11. Com três bandas distintas agitando a galera sempre, o Festival Canja 2011 fez do Jack Pub uma discoteca.

O palco trouxe, primeiramente, Camarones Orquestra Guitarrística. O grupo de Natal (RN) traz um rock instrumental divertido, sem virtuosismo, porém dançante. E a reação do público foi ótima, como afirmou a baixista Ana Morena: “com banda instrumental, é um pouco difícil do público se ligar mais no show, mas as pessoas entraram com a gente na onda, parece até que temos um vocalista na banda!”.

Você que perdeu um pouco do show do Camarones, confira o clipe de “Alabama Mama”:


Logo depois foi a vez dos sorocabanos do The Name subirem ao palco. E a noite atingiu o seu ápice dançante! A House Music tomou forma. O guitarrista Andy explica melhor: ''A gente sempre procura fazer os arranjos da música com essa pegada 'vamos dançar'. A gente gosta de groove, uma influência que não conseguimos nos desprender''.

The Name vai lançar um novo álbum em novembro deste ano e um novo single para julho. Enquanto há a espera das novidades da banda indicada para “Aposta MTV” no último VMB, veja o clipe oficial do último single, “Let The Things Go”:


E a noite foi finalizada com mais rock. Direto de Taubaté, The Vain chegou surpreendendo a todos os presentes no Canja Rock. O vocalista Bruno Bottossi logo tratou de pular no meio da galera – e torceu o joelho com isso – e mostrava que o show da banda é algo unido ao público, que o levava a uma espécie de outra dimensão musical.

“Bauru é o melhor lugar que a gente tocou ultimamente” afirmou Bruno. E isso sem contar que a banda vem do lançamento do seu último álbum, “Panda”, feito na última quinta-feira em São Paulo. Músicas desse disco podem ser conferidas no MySpace dos caras.

E quando o The Vain saiu do palco, o Canja Rock acabou. Acabou com o gostinho de “foi muito bom”, e ainda um tempero de “quero mais”. Sem contar as muitas pernas cansadas de dançar e pular.



Garrafa PET, travesseiro velho e várias folhas secas

Objetos que podem se transformar em coisas que você nunca imaginou

Por Regiane Folter

A palavra de ordem das oficinas que aconteceram no parque Vitória Régia nesse domingo foi “reaproveitar”. O último dia do Festival Canja trouxe as oficinas “Produção de Puffs com Garrafas PET e Ecobags e Grafite” e “Land Art e Instalação com Materiais Naturais”, embaladas pelo som das bandas que participaram do Canja no Parque.
A oficina de construção de puffs e ecobags fez parte do Canja Verde, programação voltada às questões ambientais com o tema “sustentabilidade” e organizada pelo grupo “Ação, Gestão e Responsabilidade” (AGR), formado por estudantes de Relações Públicas da Unesp. O grupo, que existe desde 2009, sempre esteve envolvido com projetos ligados às áreas social, cultural e ambiental. Segundo o integrante Carlos Henrique, a proximidade entre o AGR e o Enxame Coletivo rendeu a parceria no festival. “O AGR teve toda a autonomia para desenvolver o Canja Verde”, afirmou Carlos.

A oficineira Tamara Quinteiro, bióloga e voluntária do Instituto Vidágua, não se considera “uma pessoa com dotes manuais”, mas viu a necessidade de se reaproveitar materiais que geralmente vão para o lixo e transformá-los em coisas úteis. “Hoje, o meio ambiente está na moda. Não importa se a pessoa faz porque é moda ou não, de qualquer forma é positivo”, garante ela, que ensinou maneiras práticas de se confeccionar um puff com 36 garrafas PETs  e ecobags a partir de sacolinhas pásticas. A principal regra é ser sustentável: “tente ser o mais reciclável possível, não compre o material”, disse Tamara, que usou travesseiros velhos, retalhos, garrafas plásticas e sacolas plásticas para a construção dos objetos.

Ao mesmo tempo, a oficina “Grafite, Land Art e Instalação com Materiais Naturais” acontecia seguindo o padrão de se reutilizar materiais. “A ideia é mostrar novas possibilidades de se fazer uma intervenção urbana”, explicou o oficineiro Marcelo Paixão, estudante de Artes. Na oficina, o conceito arte era repensado e transformado em algo simples e barato. Segundo Marcelo, atualmente a arte urbana está sendo explorada através de novas técnicas, que utilizam materiais incomuns, e não existe mais uma preocupação em ser eterna: a arte pode ser efêmera e durar até mesmo segundos.



Usando arame, Marcelo e os outros participantes da oficina fizeram moldes de letras que foram cobertos por folhas secas. As folhas, grampeadas no arame, foram dando corpo às letras que formaram a frase Arte é contemplação. Em seguida, a frase foi pendurada no alto de duas árvores, se transformando em uma mensagem para quem passasse por ali.





Uma Canja cultural

Canja Hip Hop trouxe música, break e grafitagem em uma tarde descontraída para o quarto dia do Festival

Por Lucas Loconte e Renan Fantinato
Uma panorâmica do evento ainda no início: pessoas de todos os tipos curtiram a tarde no parque Vitória Régia, regada a muita música boa e animação.

No quarto dia do 2º Festival Canja, o Parque Vitória Régia foi tomado pelo ritmo e vibração da música hip hop. Artistas da cidade e da região possibilitaram, em shows, que o público curtisse o som e conhecesse melhor esse tipo de cultura, com a dança break rolando solta próxima ao palco e um grupo grafitando um muro – provando que o grafite é arte, não vandalismo.
Os integrantes do grupo PopBlack,
que trouxeram seus passos e animação para o evento.
Além disso, como proposta inicial do Festival, a sustentabilidade foi a grande marca do evento, com lixeiras de reciclável espalhadas pelo espaço do show, além de outras para recolher lixo eletrônico. Conforme afirmou Mariana Lorencinho, uma das participantes do grupo AGR, que organizou o festival ao lado do pessoal do Enxame Coletivo, a proposta do festival é tratar da sustentabilidade, trazendo vários trabalhos como coleta seletiva e de lixo eletrônico e palestras de conscientização. “Nós esperamos que o público participante perceba a importância disso, já que, além de um festival de arte integrada, o Canja é um festival sustentável”, explica.

Durante a oficina de break, muitos passos e ousadia
levaram as pessoas ao redor ao delírio.
Na programação, tivemos Slim Rimografia, Thygor Tyller, Mc Dentão, Felix, Raciocínio e Pelther LB, que conversou um pouco conosco e contou que foi maravilhoso participar do festival, um grande incentivo para os músicos. “Sendo músico do interior, é complicado ter espaço e divulgar o trabalho. Nós temos a mente plastificada, uma mente muito televisiva, e a gente precisa disso, de cultura, de arte, de circo, de dança, de música... É uma iniciativa muito legal a realização do Festival, os organizadores estão de parabéns”, comemora.

Com um som um pouco diferente, criando uma espécie de “rap gospel”, Pelther comenta: “desde os 10 anos eu tenho esse chamado, criando o “rap gospel”. Nós não pregamos religião nem nada, só pregamos o que Deus fez na nossa vida, que é libertação, restauração, cura. Nós utilizamos o rap pelo fato dele ser um veículo muito forte para os jovens hoje em dia”.

Outra banda conhecida pelo público bauruense, a Bandidos em Harmonia, também se apresentou. Com um nome contraditório, eles querem passar uma mensagem positiva para os jovens, demonstrando que o mundo do crime não vale a pena.

Pelther LB e sua inovação musical:
o rap e o hip hop não podem ser mais caracterizados
como música de incentivo ao crime,
mas como arma contra isso.
 O vocalista da banda, Luis Carlos, disse que o evento foi bom para dar espaço para o rap e o hip hop, que não é apenas músicas com palavrões e incitação às drogas e ao crime. “Vocês estão tendo a prova de que o hip hop é elegante, que as letras criticam e denunciam o que acontece no mundo do crime. É só ver: eu vim com a minha família, na tentativa de dar esse tipo de educação para os meus filhos. O hip hop está no meu sangue desde antes de eu nascer”, afirma.

Enquanto o som rolava solto no palco, um grupo de dançarinos de break agitava o público: profissionais ou amadores, eles mostravam suas performances e ensinavam alguns passos para quem quisesse aprender. Conforme nos contou Leda Maria Pereira, integrante do grupo PopBlack, “mesmo o Canja Hip Hop tendo sido pouco divulgado em comparação a outros eventos semelhantes que eles participaram, é interessante o desenvolvimento e o espaço dado para a divulgação dessa cultura”.

Apresentador abre o evento que teve início
no começo da tarde e agitou o público até a noite.
Ela completa: “é importante que as pessoas conheçam a cultura hip hop, pois isso possibilita a formação do cidadão em termos culturais e intelectual, já que a pessoa que está envolvida quer estudar, saber de coisas novas, participar de eventos. É importante porque incentiva a fazer algo bom e faz com que os jovens se afastem das drogas e de coisas prejudiciais”.

Sem sair do clima do hip hop, grafiteiros do grupo Comic 5Crew mostravam como o trabalho deles está inserido nessa cultura, esbanjando criatividade em desenhos feitos em um muro na frente do parque. “Um evento como esse é muito bom, é uma grande oportunidade de mostrar que o grafite é uma forma de arte, assim como a pichação. Num sabadão à tarde, o que você iria fazer? O Canja está oferecendo eventos desde quarta-feira, com um cronograma pesadíssimo, oferecendo uma programação de alta qualidade”, afirma Celso, um dos integrantes do Ponto de Cultura Acesso Hip Hop.

Mais um show animando o evento: utilizando crítica social,
o Raciocínio inovava em suas letras e traziam músicas inéditas para alegria dos fãs.
 Mesmo não tendo um público muito grande, o evento agradou aos presentes, como a estudante Amanda Silva: “o evento está muito legal, com música boa tocando, boa organização”. Sua amiga, Melanie Castro, completou: “É legal ter esse tipo de evento. Como fãs, a gente sempre está atrás de algo assim, e nunca tem. Valeu muito a pena ter vindo!”.




Você no Enejub


Por Regiane Folter



A vital importância da imagem externa de uma empresa

Mara Ramos destaca os principais elementos da assessoria de comunicação e comenta o que é necessário para ser reconhecido profissionalmente

Por Renata Coelho



Aconteceu no dia 9 de junho o encontro das empresas juniores de Bauru (ENEJUB). O evento esse ano foi organizado pela Jornal Júnior e contou com a presença de quase todas as empresas juniores do campus, entre elas a de Relações Públicas, de Design, de Psicologia, de Engenharia e de Jornalismo. A única empresa ausente foi a de Rádio e TV.

Mara Ramos, ex aluna da Unesp formada na 1° turma de Jornalismo, veio passar seus conhecimentos e vivências. Ela é fundadora e sócia desde 2005 da “Lettera Comunicação Estratégica”, que é uma empresa de assessoria de comunicação em Bauru, e é “seu sonho realizado”.

Em todo seu discurso, Mara demonstrou paixão pelo seu ofício. Talvez mais do que isso. A assessoria de imprensa parece ser a sua sina, tanto que ela atua no ramo desde seu primeiro ano de faculdade!

Apesar do frio bauruense, a palestrante se mostrou muito disposta a conversar com a gente, sua fala foi leve, intimista, quase um diálogo entre amigos.

Entre os principais pontos que ela levantou foram a comunicação como forma de fortalecer a imagem de uma empresa, e, a comunicação de forma direcionada, singular e estratégica. Também falou da importância da Internet, de saber manejar bem as redes sociais, pois “um Twitter falando mal de uma empresa pode ser desastroso”. 

Ao ser questionada sobre como aproximar os alunas das empresas juniores e ganhar respeito dos que criticam o projeto, Mara respondeu que o primeiro desafio de uma empresa é se gerenciar bem, unindo comprometimento da equipe, humildade e transparência. Tendo isso, é só questão de tempo para que a empresa seja reconhecida. Ela termina dizendo que foi um prazer estar conosco. O prazer foi todo nosso. 



Créditos:
Vídeo: Beatriz Haga
Texto do vídeo e Apresentação: Bárbara Belan
 Fotos: Mariana Duré



Quatro rodas = Duas bikes

Bicicletada e Caminhada ecológica defende o transporte por meios não poluentes

Por Jaderson Souza

Quem passou ontem pelo Parque Vitória Régia em Bauru para fazer a sua típica caminhada dominical se deparou com a Bicicletada e Caminhada Ecológica. A atividade foi organizada pelo Canja Verde, projeto do Festival Canja que discute a relação entre o homem e o meio ambiente. Um grupo de 20 pessoas, na sua maioria de ciclistas, participou do evento.

Por volta das 11 da manhã de domingo, os ciclistas começaram o trajeto. Eles saíram do Vitória Régia e foram até a Avenida Nações Unidas na altura da Praça de Paz, depois fizeram o caminho inverso. Todo o trajeto levou cerca de meia hora para ser feito.

Henrique, estudante do Ensino Médio, foi um dos participantes da atividade. Além da bicicleta, ele estava bem equipado com capacete, óculos e sapatilhas para pedalar pela Nações Unidas. “Foi bem legal. E o bom é que defende essa coisa do meio-ambiente sem poluição”, afirmou Henrique. De fato, o objetivo da Bicicletada é o incentivo à utilização de meios de transporte não poluentes. O slogan do evento é a síntese de tudo isso: “Quatro rodas?... Só se for duas bikes!”. 

Uma única nota triste foi o acidente que aconteceu com um dos ciclistas. Ele estava filmando a atividade quando por engano puxou o freio de mão dianteiro da sua bicicleta, se desequilibrou e caiu. Ele foi prontamente atendido pelo serviço médico e passa bem.



Teve Canja no Parque

Festival se encerra com teatro, rap e rock’n’roll

Por Jessica Mobílio e Luana Rodriguez

Foi um domingo atípico para a cidade de Bauru. Com o Canja no Parque, o Vitória Régia recebeu oficinas, uma bicicletada, além de diversos shows que encerraram o festival que durou de quarta, dia 8, até o fim da noite do dia 12.

Com as pessoas ainda chegando ao parque, a primeira banda que tocou foi o Vitrola Vil. Os meninos de Marília não se deixaram intimidar pelo pouco público que estava presente e tocaram sua música. Influenciada pelo hardcore e pelo grunge, a banda, que se classifica como pré-punk e se assemelha ao rock dos anos 70, não deixou de lado o fato de ser dia dos namorados e, antes de encerrar o show, dedicou a música “Sexo é o que importa e só o rock é sobre o amor” a todos os apaixonados que estavam presentes.

O Mantis do rock instrumental
A segunda banda a se apresentar foi o Mantis. Com um rock experimental, influenciado pelo pós ska e pelo punk rock, a banda tinha instrumentos como trompete e sax para compor a melodia das músicas e contagiou o público desde o início. Ao final da apresentação, os Mantis agradeceram o público e elogiaram a iniciativa do Canja. “Um festival que agrega sustentabilidade e todas as artes está à frente de seu tempo”, disse Rodrigo Fernandes, baixista e vocalista da banda.

A terceira banda, Sincopé, não deixou por menos. Os cinco integrantes atraíram curiosos com suas melodias suaves e músicas de roda.  O final da tarde, quase cinco e meia, ficou marcado pela mistura do acordeão, percussão, flauta transversal, viola caipira, rabeca e outros instrumentos inusitados que tinham sons bem particulares. A vocal Helena Sofia encerrou: “foi muito bom tocar aqui”.


Agitou o público com a letra “me sinto bem”
Em seguida, a noite chegava e o Pé de Macaco com o projeto “Encontra” levou a mistura da arte teatral (grupo Embaixada de Marte) com a música para o palco. Outras participações aconteceram durante o show da banda: Integrantes do Projeto Homem-Bomba, do grupo Aeromoças e Tenistas Russas; a bateria Ouro Verde e o rapper Slim Rimografia. 

Mistura de Gêneros musicais marca a banda
O parque começava a lotar, quando o rapper Dom Black soltou as primeiras rimas e animou o público. Todos estavam ansiosos pela apresentação do Emicida. Antes dela, Slim Rimografia e Thiago Beats soltaram o “Beach Box” e rolou biz. O Festival Canja 2011 chegava ao fim com apresentação do Emicida, que ferveu o Vitória Régia.



CanjaRock!!




X Semana de Relações Públicas agita campus da Unesp

Evento buscou unir a teoria da sala de aula com a prática do mercado

Por Giovani Vieira

Nos dias 7, 8 e 9 de junho, aconteceu na Unesp Bauru a X Semana de Relações Públicas que, neste ano, teve como tema “Comunicação Pública”. O evento contou com a presença de professore e profissionais em Relações Púbicas e Comunicação. Além de oficinas, no período da tarde, e palestras à noite, os inscritos também participaram de visitas técnicas. 

Tradicionalmente realizada pelos alunos do 2º ano de Relações Públicas, a Semana tem como objetivo aproximar os estudantes graduandos do mercado de trabalho, aliando o conhecimento teórico e prático, além de propiciar discussões mais aprofundadas de determinados assuntos abordados em sala de aula.

As principais atividades, os depoimentos dos inscritos, a participação dos estudantes e muito mais, você confere no vídeo abaixo: